O modelo M. Kloz tem madeira de ótima qualidade envelhecida por pelo menos 10 anos.
É uma excelente viola intermadiária, feita artesanalmente dentro dos padrões europeus.
As madeiras são selecionadas com o foco nas qualidades sonoras, a construção segue a metodologia de Cremona, adotada por Mathias Kloz na Alemanha, seguindo as plantas dos modelos Stradivarius.

Acabamento marrom alaranjado com verniz à mão acetinado.
Tampo em pinho, fundo inteiro e faixas em acero com ótima maressatura.
Montagem com acessórios em ébano com olho Paris, cavalete ajustado com incrustação de osso e cordas D'Addario Preludio americanas.
Acompanha estojo retangular Zion, arco octogonal Plander Orquestra e breu Zion com caixinha de madeira.

As fotos são imagens de arquivo.
Podemos enviar fotos do violino disponível à venda diretamente ao cliente interessado.

Sobre o nome:

O historiador Josef Baader escreveu em uma crônica que Mathias Kloz (1653 - 1743) foi enviado a Cremona na adolescência para treinar lutheria com Nicolò Amati. Não há evidênicas históricas de que realmente estudou com Amati, mas é certo que utilizava as técnicas de construção dos violinos de Cremona. Esteticamente, entretanto, eram diferentes.

Outro luthier que utilizava métodos cremoneses, ainda antes de Mathias Kloz, era Jacob Stainer de Absam, pelos anos de 1650. Mas as características dos instrumentos dos dois luthiers eram bem diferentes, e é provável que nunca tenham se encontrado, apesar de Mittenwald não ser longe de Absam.
A maioria dos construtores da Alemanha antes de 1700 não conheciam as metodologias de Cremona, e é fato que pode-se perceber alguma influência de Jacob Stainer nos instrumentos de Kloz.

Aos 19 anos, Mathias Kloz (ou Klotz) foi recomendado por Christoph Kloz ao luthier Peter (Giovanni) Railich que comandava a lutheria ?al Santo? em Padua, Itália. Padua tinha laços estreitos com Veneza à época e Christoph conhecia bem o clã dos luthiers alemães de Veneza: Matthias Kaiser,
Michael Straub, Peter Railich, Mathias Sellas e Jacob Rehm.
Mathias trabalhou 6 anos com o renomado Railich e recebeu o reconhecimento de seu trabalho em uma carta em italiano e latim.

Quando retornou para Mittenwald na Alemanha por volta de 1685, sua cidade natal, onde casou-se e estabeleceu a primeira lutheria da cidade em sua casa. No início Kloz era conhecido como 'lautenmacher', construtor de alaúdes.
E realmente fez muitos alaúdes e os vendia para lojas no norte da Itália. Provavelmente, como outros autores da época, também vendeu muitos violinos sem etiqueta aos mesmos dealers, porque Mittenwald era pequena e isolada mas era estava rota de comércio entre Munique e Veneza.
Os luthiers de grandes centros podiam assinar seus instrumentos porque tinham contato direto com os consumidores.

Em torno do ano de 1700 já estava dedicado principalmente ao ofício de produzir violinos, quando passou a ensinar seu primeiro pupilo Andreas Jais e seu próprio filho Georg. Seus filhos Georg e Sebastian o seguiram na profissão e superaram a arte de seu pai.
Na verdade, os violinos de Mathias Kloz não eram tão bons, mas ele introduziu a lutheria clássica em Mittenwald ainda no século XVII e influenciou várias gerações futuras da região, em seus 90 anos de vida. É reconhecido e aclamado como o fundador da lutheria artesanal na cidade.

Muitos instrumentos encontrados com etiquetas de Stainer e Amati foram feitos por Georg Kloz, algo delatado por sua caligrafia característica ao produzir as etiquetas.
Em 1750 já haviam 21 luthiers de Mittenwald vendendo instrumentos por toda a Europa, todos ensinados por Mathias Kloz e seus filhos.
Leopold Mozart, pai de Wolfgang Amadeus, escreveu para um amigo em 27 de november de 1764: ?[?] Paris e Londres estão repletas de violinos de Mittenwald [?].?

Talvez, os famosos luthiers da Europa reclamavam de Mittenwald como se reclama das fábricas da China nos dias de hoje.
Em 1800, já eram 90 luthiers na cidade, que se tornou um dos mais importantes centros de lutheria da Europa.
Para garantir a continuidade da qualidade de seus instrumentos, o governo da Bavária fundou, em 1858, a escola de lutheria em Mittenwald, que funciona até os dias de hoje.

Viola 40 Franz Hoffmann, Kloz

R$3.399,00

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É uma excelente viola intermadiária, feita artesanalmente dentro dos padrões europeus.
As madeiras são selecionadas com o foco nas qualidades sonoras, a construção segue a metodologia de Cremona, adotada por Mathias Kloz na Alemanha, seguindo as plantas dos modelos Stradivarius.

Acabamento marrom alaranjado com verniz à mão acetinado.
Tampo em pinho, fundo inteiro e faixas em acero com ótima maressatura.
Montagem com acessórios em ébano com olho Paris, cavalete ajustado com incrustação de osso e cordas D'Addario Preludio americanas.
Acompanha estojo retangular Zion, arco octogonal Plander Orquestra e breu Zion com caixinha de madeira.

As fotos são imagens de arquivo.
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Sobre o nome:

O historiador Josef Baader escreveu em uma crônica que Mathias Kloz (1653 - 1743) foi enviado a Cremona na adolescência para treinar lutheria com Nicolò Amati. Não há evidênicas históricas de que realmente estudou com Amati, mas é certo que utilizava as técnicas de construção dos violinos de Cremona. Esteticamente, entretanto, eram diferentes.

Outro luthier que utilizava métodos cremoneses, ainda antes de Mathias Kloz, era Jacob Stainer de Absam, pelos anos de 1650. Mas as características dos instrumentos dos dois luthiers eram bem diferentes, e é provável que nunca tenham se encontrado, apesar de Mittenwald não ser longe de Absam.
A maioria dos construtores da Alemanha antes de 1700 não conheciam as metodologias de Cremona, e é fato que pode-se perceber alguma influência de Jacob Stainer nos instrumentos de Kloz.

Aos 19 anos, Mathias Kloz (ou Klotz) foi recomendado por Christoph Kloz ao luthier Peter (Giovanni) Railich que comandava a lutheria ?al Santo? em Padua, Itália. Padua tinha laços estreitos com Veneza à época e Christoph conhecia bem o clã dos luthiers alemães de Veneza: Matthias Kaiser,
Michael Straub, Peter Railich, Mathias Sellas e Jacob Rehm.
Mathias trabalhou 6 anos com o renomado Railich e recebeu o reconhecimento de seu trabalho em uma carta em italiano e latim.

Quando retornou para Mittenwald na Alemanha por volta de 1685, sua cidade natal, onde casou-se e estabeleceu a primeira lutheria da cidade em sua casa. No início Kloz era conhecido como 'lautenmacher', construtor de alaúdes.
E realmente fez muitos alaúdes e os vendia para lojas no norte da Itália. Provavelmente, como outros autores da época, também vendeu muitos violinos sem etiqueta aos mesmos dealers, porque Mittenwald era pequena e isolada mas era estava rota de comércio entre Munique e Veneza.
Os luthiers de grandes centros podiam assinar seus instrumentos porque tinham contato direto com os consumidores.

Em torno do ano de 1700 já estava dedicado principalmente ao ofício de produzir violinos, quando passou a ensinar seu primeiro pupilo Andreas Jais e seu próprio filho Georg. Seus filhos Georg e Sebastian o seguiram na profissão e superaram a arte de seu pai.
Na verdade, os violinos de Mathias Kloz não eram tão bons, mas ele introduziu a lutheria clássica em Mittenwald ainda no século XVII e influenciou várias gerações futuras da região, em seus 90 anos de vida. É reconhecido e aclamado como o fundador da lutheria artesanal na cidade.

Muitos instrumentos encontrados com etiquetas de Stainer e Amati foram feitos por Georg Kloz, algo delatado por sua caligrafia característica ao produzir as etiquetas.
Em 1750 já haviam 21 luthiers de Mittenwald vendendo instrumentos por toda a Europa, todos ensinados por Mathias Kloz e seus filhos.
Leopold Mozart, pai de Wolfgang Amadeus, escreveu para um amigo em 27 de november de 1764: ?[?] Paris e Londres estão repletas de violinos de Mittenwald [?].?

Talvez, os famosos luthiers da Europa reclamavam de Mittenwald como se reclama das fábricas da China nos dias de hoje.
Em 1800, já eram 90 luthiers na cidade, que se tornou um dos mais importantes centros de lutheria da Europa.
Para garantir a continuidade da qualidade de seus instrumentos, o governo da Bavária fundou, em 1858, a escola de lutheria em Mittenwald, que funciona até os dias de hoje.