Viola profissional de atelier, construído dentro dos conceitos italianos da liuteria clássica.
Este modelo é baseado nas violas do liutaio Giovanni Battista Guadagnini.

Construção artesanal tradicional a partir de madeiras selecionadas e com boas -características sonoras.


Especificações:


-Tampo em pinho e fundo bipartido em acero com belíssimas maressaturas;
-Acabamento em tom marrom claro levemente alaranjado;
-Verniz meio brilhante aplicado à mão realçando os detalhes da madeira;
-O instrumento possui cavalete Aubert, France ajusado artisticamente com incrustação de osso;
-Montado com jogo de cordas D'Addario Helicore e um micro-afinador fixo preto e dourado na corda lá;
-A ferragem da queixeira também é dourada, modelo tradicional,
os acessórios são de ébano, decorados com olho Paris e
-Possui coroa de ébano na junta posterior do braço com o fundo, simulando um restauro em instrumento antigo.

Os instrumentos de liuteria Angelo Di Piave não acompanham outros acessórios como: breu, arco, espaleira e estojo.
Esses acessórios podem ser adquiridos separadamente.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Sobre Giovanni Battista Guadagnini (1711-1786):



Guadagnini é reconhecido por muitos como o mais importante liutaio da segunda metade do século XVIII e o terceiro grande liutaio italiano, atrás apenas de Stradivari e Guarneri 'del Gesù'.
Ele nasceu em uma comunidade de Piacenza, pouco mais de 30Km de Cremona, no tempo em que Stradivari e Guarneri estavam no topo de suas carreiras.

Suas primeiras etiquetas indicam que ele aprendeu liuteria com seu pai, Lorenzo Guadagnini, mas não está claro se seu pai foi mesmo um liutaio ou apenas um comerciante que fazia parte dos sindicatos de liutaios da época.
Alguns historiadores sugerem que Lorenzo seria um colaborador de Stradivari, e evidências em seus instrumentos demonstram a influência da Casa Stradivari e da Casa Guarneri de Cremona.
Seu relacionamento com Cremona não é evidente, mas em algumas ocasiões ele disse que teria familiares na cidade.

Doze de seus violinos tem etiquetas que sugerem que foram feitos em Cremona, mas possuem as características de seus trabalhos em Milão, exatamente no mesmo período. Quando Carlo Ferrari mudou-se para Parma para trabalhar com o Duque de Bourbon, Guadagnini também foi e passou a incluir 'CSR' em suas etiquetas, que seria uma referência à realeza de Parma. Foi um período difícil para ele, o que se refletiu em seu trabalho, produzindo instrumentos abaixo de sua real magnitude.

Finalmente, Guadagnini se mudou para Torino, onde conheceu o Conde Cozio di Salabue, um conhecedor de violinos e colecionador. Giovanni se tornou amigo de Cozio e seu principal educador na área de liuteria e comércio de instrumentos musicais.

Em 1775, Cozio adquiriu as ferramentas e os modelos do atelier de Antônio Stradivarius e o incentivou a aplicar o estilo de Stradivarius em seus instrumentos, mas Guadagnini já tinha seu estilo próprio.
Em 3 anos, construiu mais de 50 instrumentos para Cozio, que por sua vez não poderia comercializá-los por conta de sua posição na aristocracia, que o proibia de comprar e vender instrumentos musicais diretamente. Entretanto, o fez através de intermediários e se tornou um dos mais importantes colecionadores da história dos instrumentos de corda e arco.

Apesar de terem se desentendido mais tarde por questões financeiras, Conde Cozio continuou sendo o maior patrocinador de Guadagnini, facilitando seu trabalho e sua projeção no mundo da liuteria italiana.
Mesmo tendo 60 anos quando chegou a Torino, esse foi o melhor período de sua vida e obra, além de contar com a ajuda de seus filhos Giuseppe e Gaetano. Foi nesse período que Giovanni Battista Guadagnini se dedicou mais a fazer violas, e produziu uma série de violas menores que se tornaram excepcionais para concertistas.

Foram 44 anos de intenso trabalho, experimentação, perseverança, estilo próprio e muito talento para produzir alguns dos melhores instrumentos da história.

Dentre as violas que produziu em Torino, a 'Villa' de 1781 é uma das inspirações para a construção da viola Angelo Di Piave. A viola Guadagnini de 1781 pertenceu a Maurizio Villa, seu primeiro dono conhecido. Foi certificada em 1930 pela W.E. Hill & Sons, London.
Antes de ser adquirida pela Dextra Musica, pertenceu ao músico nova-iorquino Bernard Zaslav.
Hoje, quem a executa é a violista Henninge Båtnes Landaas do quarteto Vertavo, que desde 2010 é a primeira violista da Oslo Philharmonic Orchestra.

Viola 400mm Profissional Angelo Di Piave, G. B. Guadagnini

R$5.799,00

R$5.219,10 à vista

Viola 400mm Profissional Angelo Di Piave, G. B. Guadagnini R$5.799,00
Entregas para o CEP:

Meios de envio

  • Plander Rua Alferes Poli, 620 Curitiba-PR 80220-50

    Grátis

Viola profissional de atelier, construído dentro dos conceitos italianos da liuteria clássica.
Este modelo é baseado nas violas do liutaio Giovanni Battista Guadagnini.

Construção artesanal tradicional a partir de madeiras selecionadas e com boas -características sonoras.


Especificações:


-Tampo em pinho e fundo bipartido em acero com belíssimas maressaturas;
-Acabamento em tom marrom claro levemente alaranjado;
-Verniz meio brilhante aplicado à mão realçando os detalhes da madeira;
-O instrumento possui cavalete Aubert, France ajusado artisticamente com incrustação de osso;
-Montado com jogo de cordas D'Addario Helicore e um micro-afinador fixo preto e dourado na corda lá;
-A ferragem da queixeira também é dourada, modelo tradicional,
os acessórios são de ébano, decorados com olho Paris e
-Possui coroa de ébano na junta posterior do braço com o fundo, simulando um restauro em instrumento antigo.

Os instrumentos de liuteria Angelo Di Piave não acompanham outros acessórios como: breu, arco, espaleira e estojo.
Esses acessórios podem ser adquiridos separadamente.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Sobre Giovanni Battista Guadagnini (1711-1786):



Guadagnini é reconhecido por muitos como o mais importante liutaio da segunda metade do século XVIII e o terceiro grande liutaio italiano, atrás apenas de Stradivari e Guarneri 'del Gesù'.
Ele nasceu em uma comunidade de Piacenza, pouco mais de 30Km de Cremona, no tempo em que Stradivari e Guarneri estavam no topo de suas carreiras.

Suas primeiras etiquetas indicam que ele aprendeu liuteria com seu pai, Lorenzo Guadagnini, mas não está claro se seu pai foi mesmo um liutaio ou apenas um comerciante que fazia parte dos sindicatos de liutaios da época.
Alguns historiadores sugerem que Lorenzo seria um colaborador de Stradivari, e evidências em seus instrumentos demonstram a influência da Casa Stradivari e da Casa Guarneri de Cremona.
Seu relacionamento com Cremona não é evidente, mas em algumas ocasiões ele disse que teria familiares na cidade.

Doze de seus violinos tem etiquetas que sugerem que foram feitos em Cremona, mas possuem as características de seus trabalhos em Milão, exatamente no mesmo período. Quando Carlo Ferrari mudou-se para Parma para trabalhar com o Duque de Bourbon, Guadagnini também foi e passou a incluir 'CSR' em suas etiquetas, que seria uma referência à realeza de Parma. Foi um período difícil para ele, o que se refletiu em seu trabalho, produzindo instrumentos abaixo de sua real magnitude.

Finalmente, Guadagnini se mudou para Torino, onde conheceu o Conde Cozio di Salabue, um conhecedor de violinos e colecionador. Giovanni se tornou amigo de Cozio e seu principal educador na área de liuteria e comércio de instrumentos musicais.

Em 1775, Cozio adquiriu as ferramentas e os modelos do atelier de Antônio Stradivarius e o incentivou a aplicar o estilo de Stradivarius em seus instrumentos, mas Guadagnini já tinha seu estilo próprio.
Em 3 anos, construiu mais de 50 instrumentos para Cozio, que por sua vez não poderia comercializá-los por conta de sua posição na aristocracia, que o proibia de comprar e vender instrumentos musicais diretamente. Entretanto, o fez através de intermediários e se tornou um dos mais importantes colecionadores da história dos instrumentos de corda e arco.

Apesar de terem se desentendido mais tarde por questões financeiras, Conde Cozio continuou sendo o maior patrocinador de Guadagnini, facilitando seu trabalho e sua projeção no mundo da liuteria italiana.
Mesmo tendo 60 anos quando chegou a Torino, esse foi o melhor período de sua vida e obra, além de contar com a ajuda de seus filhos Giuseppe e Gaetano. Foi nesse período que Giovanni Battista Guadagnini se dedicou mais a fazer violas, e produziu uma série de violas menores que se tornaram excepcionais para concertistas.

Foram 44 anos de intenso trabalho, experimentação, perseverança, estilo próprio e muito talento para produzir alguns dos melhores instrumentos da história.

Dentre as violas que produziu em Torino, a 'Villa' de 1781 é uma das inspirações para a construção da viola Angelo Di Piave. A viola Guadagnini de 1781 pertenceu a Maurizio Villa, seu primeiro dono conhecido. Foi certificada em 1930 pela W.E. Hill & Sons, London.
Antes de ser adquirida pela Dextra Musica, pertenceu ao músico nova-iorquino Bernard Zaslav.
Hoje, quem a executa é a violista Henninge Båtnes Landaas do quarteto Vertavo, que desde 2010 é a primeira violista da Oslo Philharmonic Orchestra.