O violino Franz Hoffmann Macedo é um instrumento de nível intermediário no nosso catálogo.
Construção dentro dos padrões internacionais de medidas a partir de madeiras selecionadas.
O instrumento recebeu verniz artesanal no estilo brasileiro.

Montagem com acessórios em ébano, estandarte de fibra de carbono, cordas de perlon.
Acompanha estojo luxo retangular, arco redondo de maçaranduba com talão de ébano e olho Paris, breu claro zion.


Sobre o homenageado:

Nomear esse modelo como Macedo é nossa homenagem ao ilustre violinista brasileiro do final do século XIX.
Manuel Joaquim de Macedo (1847-1925), quase totalmente esquecido, foi compositor, regente e talvez o maior virtuose brasileiro do violino no século XIX.
Estudou no Real Conservatório de Bruxelas com grandes instrumentistas como Hubert Leonard e Henri Vieuxtemps.

Acredita-se ainda que tenha se aperfeiçoado com Joseph Joachim, violinista que gozava da mais alta estima de Brahms. O grande mestre o consultava quando escrevia obras para violino e a ele dedicou seu concerto para o instrumento. E Charles de Bériot, compositor cujas obras para violino eram extremamente apreciadas no século XIX e início do XX.

Entre os maiores violinistas de sua época, indicado por Vieuxtemps, Macedo foi spalla do Covent Garden, em Londres. Após nove anos na Europa, voltou ao Brasil e foi nomeado por D. Pedro II mestre da Capela Imperial. A partir dessa época, crescia sua atividade como compositor. Deixou quase duzentas obras para variadas formações e gêneros, como sonatas, fantasias, poemas sinfônicos e uma ópera: Tiradentes.

Macedo obteve uma bolsa do governo brasileiro para orquestrá-la na Bélgica, para onde voltou em 1908, permanecendo por muitos anos e retornando ao Brasil já no final da vida. Trechos da obra foram apresentados em 1910 naquele país, sob regência de Alberto Nepomuceno.

Grande violinista que era, Macedo não esqueceu de seu instrumento, escrevendo nada menos do que oito concertos para violino, provavelmente o maior compositor brasileiro do gênero para o violino.
O violinista Flausino Vale (1894 - 1954), que figura entre os maiores nomes brasileiros do instrumento, conta num de seus livros: "possuo dele [Macedo] dois trabalhos, em manuscrito, para violino e piano, lindíssimos e dificílimos, dignos da assinatura de um Wieniawski: Fantasia sobre a Marta, de Flotow, e Variações sobre temas de Moniuszko".
Infelizmente, nenhum desses concertos para violino está em circulação, e é provável que a maioria esteja desaparecida.
Também, a biografia de Macedo é feita de muitas lacunas e termos como "parece", "ao que tudo indica" e ?provavelmente?. Resultado da falta de pesquisas que tragam luz à vida e à obra desse artista de atuação tão relevante.

Referências: www.concerto.com.br

Fotos originais da peça exclusiva que temos em nossa loja à venda.

Violino 4/4 Franz Hoffmann, M. J. Macedo Nº7 Artesanal Com Estojo Luxo

R$2.799,00

R$2.519,10 à vista

Violino 4/4 Franz Hoffmann, M. J. Macedo Nº7 Artesanal Com Estojo Luxo R$2.799,00

O violino Franz Hoffmann Macedo é um instrumento de nível intermediário no nosso catálogo.
Construção dentro dos padrões internacionais de medidas a partir de madeiras selecionadas.
O instrumento recebeu verniz artesanal no estilo brasileiro.

Montagem com acessórios em ébano, estandarte de fibra de carbono, cordas de perlon.
Acompanha estojo luxo retangular, arco redondo de maçaranduba com talão de ébano e olho Paris, breu claro zion.


Sobre o homenageado:

Nomear esse modelo como Macedo é nossa homenagem ao ilustre violinista brasileiro do final do século XIX.
Manuel Joaquim de Macedo (1847-1925), quase totalmente esquecido, foi compositor, regente e talvez o maior virtuose brasileiro do violino no século XIX.
Estudou no Real Conservatório de Bruxelas com grandes instrumentistas como Hubert Leonard e Henri Vieuxtemps.

Acredita-se ainda que tenha se aperfeiçoado com Joseph Joachim, violinista que gozava da mais alta estima de Brahms. O grande mestre o consultava quando escrevia obras para violino e a ele dedicou seu concerto para o instrumento. E Charles de Bériot, compositor cujas obras para violino eram extremamente apreciadas no século XIX e início do XX.

Entre os maiores violinistas de sua época, indicado por Vieuxtemps, Macedo foi spalla do Covent Garden, em Londres. Após nove anos na Europa, voltou ao Brasil e foi nomeado por D. Pedro II mestre da Capela Imperial. A partir dessa época, crescia sua atividade como compositor. Deixou quase duzentas obras para variadas formações e gêneros, como sonatas, fantasias, poemas sinfônicos e uma ópera: Tiradentes.

Macedo obteve uma bolsa do governo brasileiro para orquestrá-la na Bélgica, para onde voltou em 1908, permanecendo por muitos anos e retornando ao Brasil já no final da vida. Trechos da obra foram apresentados em 1910 naquele país, sob regência de Alberto Nepomuceno.

Grande violinista que era, Macedo não esqueceu de seu instrumento, escrevendo nada menos do que oito concertos para violino, provavelmente o maior compositor brasileiro do gênero para o violino.
O violinista Flausino Vale (1894 - 1954), que figura entre os maiores nomes brasileiros do instrumento, conta num de seus livros: "possuo dele [Macedo] dois trabalhos, em manuscrito, para violino e piano, lindíssimos e dificílimos, dignos da assinatura de um Wieniawski: Fantasia sobre a Marta, de Flotow, e Variações sobre temas de Moniuszko".
Infelizmente, nenhum desses concertos para violino está em circulação, e é provável que a maioria esteja desaparecida.
Também, a biografia de Macedo é feita de muitas lacunas e termos como "parece", "ao que tudo indica" e ?provavelmente?. Resultado da falta de pesquisas que tragam luz à vida e à obra desse artista de atuação tão relevante.

Referências: www.concerto.com.br

Fotos originais da peça exclusiva que temos em nossa loja à venda.